Submissões

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Instruções para Autores

Âmbito e tipos de artigo

A JEPR publica investigação formal, metodológica e empírica sobre como a evidência incompleta, contraditória ou subdeterminada é representada, medida e utilizada nas decisões de sistemas humanos e artificiais. As contribuições examinam quando as distinções epistémicas preservam informação, preveem comportamentos observáveis ou melhoram decisões, e quando falham ou não acrescentam valor prático. A revista acolhe abordagens pertinentes da lógica, estatística, teoria da medição e inteligência artificial, com referências explícitas à literatura e comparações apropriadas.

São considerados artigos de investigação, resultados formais pertinentes, replicações, reanálises, recursos metodológicos, tutoriais, resultados negativos e relatórios registados nas oito secções da JEPR. Resultados positivos, negativos e limitados são avaliados pelos mesmos critérios.

Preparação do manuscrito

Idioma: inglês. Extensão habitual: 6.000–9.000 palavras mais apêndices; outros tipos podem ser mais breves. Utilize o modelo JEPR; aceita-se LaTeX com a mesma estrutura. Inclua resumo de 200–250 palavras, 4–6 palavras-chave, introdução com a contribuição, literatura, métodos ou aparato formal, resultados ou provas, comparações, limitações, conclusões, disponibilidade de dados e código, declarações e referências numeradas por ordem de citação (IEEE), com DOI quando disponível.

Cinco critérios comuns

  1. Objeto e afirmação: identifique o que representa ou mede e o que demonstra, testa ou propõe.
  2. Evidência: distinga prova formal, experiência, observação, reanálise e simulação. Uma ilustração formal não constitui validação empírica. Trabalhos formais exigem um resultado pertinente, provas completas e interpretação ou exemplo.
  3. Literatura e comparação: compare com alternativas adequadas, incluindo métodos probabilísticos, calibração, predição seletiva ou medição estabelecida quando pertinentes, com acesso equitativo à informação. Distinga vantagens representacionais de vantagens preditivas ou decisórias.
  4. Resultados e limites: declare unidade de análise, incerteza, exclusões, reutilização de dados, sensibilidade e desvios do protocolo. A equivalência exige uma margem justificada e análise adequada; ausência de significância não basta. Distinga garantias de risco demonstradas de estimativas empíricas e verifique os pressupostos na implementação.
  5. Verificação: forneça dados, código, provas ou artefactos com README, instruções para reproduzir tabelas ou figuras principais, dependências e custos aproximados. Justifique restrições legais ou éticas e apresente uma via alternativa de avaliação quando possível.

Dados, permissões e declarações

Os artefactos devem estar disponíveis aos revisores na submissão e ser depositados num repositório público com identificador persistente na publicação, salvo restrições justificadas. Identifique dados simulados; proteja participantes e obtenha permissões de terceiros e aprovação ética quando necessário.

Declare financiamento, conflitos, contribuições de autoria e assistência de IA generativa, indicando ferramenta e finalidade. Ferramentas de IA não podem ser autoras; os autores humanos respondem por todo o conteúdo. Todos os autores devem aprovar a submissão. O trabalho deve ser original e não estar em avaliação noutra revista; preprints públicos são permitidos.

Submissão e independência

Registe-se e submeta neste site. Não existem taxas de submissão ou publicação. Trabalhos do diretor, comité ou programas associados recebem os mesmos critérios e gestão independente conforme a política de ética editorial.

Condições para Submissão

Todas as submissões devem cumprir estes requisitos:

  1. Trabalho original, aprovado por todos os autores e não submetido a outra revista; preprints públicos são permitidos.
  2. Manuscrito em inglês com estrutura JEPR, referências completas, tabelas e figuras identificadas e permissões adequadas.
  3. Contribuição clara e verificável sobre representação, medição ou decisão; resultados positivos, negativos e limitados são elegíveis.
  4. Literatura e comparações pertinentes; provas formais, simulações e validação empírica claramente distinguidas.
  5. Incerteza e limites declarados, incluindo exclusões, dados reutilizados e desvios do protocolo; equivalência e garantias de risco justificadas.
  6. Dados, código, provas ou artefactos disponíveis para revisão com instruções de reprodução, dependências e custos; restrições e vias alternativas justificadas.
  7. Financiamento, conflitos, contribuições de autoria e assistência de IA generativa declarados.

Semantics of typed indeterminacy

Formal semantics that distinguish kinds of non-determination, including annotated, paraconsistent, many-valued and evidence-based logics. Contributions require a precise, relevant formal result, complete proofs and an explicit interpretation or example. Measurable implications are welcome where appropriate; a formal illustration is not empirical validation. Positive, negative and limiting results are eligible under the common assessment criteria.

Abstention and risk-coverage

Selective prediction, reject options and abstention, evaluated through risk-coverage behaviour rather than accuracy alone.

Disagreement as signal

Human and machine disagreement treated as information: label variation, inherent disagreement, and insufficient versus contradictory evidence.

Belief revision and epistemic update

Operators for belief change and epistemic update, their formal properties, and the conditions under which they predict observable behaviour or inform decisions. Formal results require complete proofs and an explicit interpretation or example; empirical claims require operational definitions, appropriate comparisons and reproducible analysis. Positive, negative and limiting results are eligible under the common assessment criteria.

Audit of uncertainty frameworks

Reproducible audits of how uncertainty frameworks are applied, including reanalyses of published studies.

Decision under indeterminacy

Decision methods that use incomplete, indeterminate or contradictory evidence, with explicit comparisons against appropriate alternatives for the task. These may include classical, probabilistic, calibration, selective-prediction or established decision methods. Comparisons must use fair access to information and distinguish representational, predictive and decision advantages. Positive, negative and limiting results are eligible under the common assessment criteria.

Negative results

Calculi that separate nothing and distinctions that collapse under measurement, reported with the same rigour as positive results.

Evidential reasoning in educational and social measurement

Applied studies in education and the social sciences that test whether, when and how distinguishing lack of evidence from conflicting evidence changes a measurement or a decision. Typical settings: expert judgement for validating instruments (for example Aiken's V), panels and rubrics with several assessors, perception surveys (indifference versus ambivalence), Delphi studies, evidence coding in literature reviews, and institutional decisions.

Requirements.

  • Real data. Simulated data are accepted only when declared as such.
  • A comparison with the standard tool for the case: mean and standard deviation, Krippendorff's alpha, Aiken's V or the Thompson, Zanna and Griffin ambivalence index.
  • Data and code available, with the measurement or decision rule and analysis protocol fixed before examining confirmatory data. Clearly label exploratory analyses, reanalyses, reused data and any deviations from the protocol.
  • Engagement with the literature on attitude ambivalence (Kaplan, 1972; Cacioppo and Berntson, 1994; Thompson, Zanna and Griffin, 1995). Measuring agreement and disagreement separately is not new, and submissions should not present it as a new method.

Article types. Research articles with real data (for example, the original scale and its two-question version applied to the same respondents), reanalyses of existing data with open data and code, tutorials, negative results and registered reports.

Not considered. New operators illustrated only by a ranking on a numerical example; triplets that a language model reports about itself presented as measurements; synthetic data presented as real.

Positive, negative and limiting findings receive the same common assessment criteria. Claims of equivalence require a justified margin and suitable analysis; lack of statistical significance alone is insufficient. Validation of AI or language-model assessment must distinguish item, prompt, threshold and population sensitivity and use appropriate established measurement comparisons.

This section is limited to one third of the articles in each issue.

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